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sábado, 19 de março de 2016

Faz hoje 5 anos... Barcelona

Faz hoje cinco anos que deixamos Barcelona. Faz hoje cinco anos que estava eu no mesmo país onde estava a Taylor Swift (sim, devo ser a maior fã portuguesa dela, e fui em 2015 vê-la a Londres, história aqui) com a sua Speak Now World Tour . Ela estava em Madrid, eu em Barcelona. Levava comigo o booklet do álbum mais recente dela, na esperança de vê-la no aeroporto e pedir um autógrafo e uma fotografia. Mas não a vi a ela. Vi antes a Mariana Ximenes, a minha atriz preferida das novelas da globo. Chamei-a pelo nome e pedi uma fotografia ! Ela não contava ser reconhecida ali e falamos um bocado sobre Portugal e foi uma simpatia. Fiquei até hoje com esta data na memória, porque para mim não foi apenas coincidência, tive que esperar 4 anos para ver a Taylor em Londres quando podia tê-la visto em 2011 em Madrid. Mas nunca me arrependi, porque vi a Mariana :D

Algumas fotografias:

quinta-feira, 17 de março de 2016

Ibiza 2012

Andava em 2012 a participar num passatempo para ganhar uma viagem a Ibiza para 2. Uma pessoa participa, mas nunca conta ganhar uma coisa assim, considera sempre a hipótese que ganhe "algum amigo", mas a sorte bateu à minha porta.

Mal soube reagi de forma inesperada. Não fiquei histérica nem super feliz. Fiquei estranhamente a considerar recusar, pois tinha o acampamento final de agrupamento (dos escuteiros) nessas datas. Mas a moeda foi caindo, fui me mentalizando da minha sorte, falei com a minha irmã e com os meus pais e dei os meus dados para a marca poder comprar as nossas passagens e reservar o hotel.

A minha irmã conhecia uma rapariga que estava a morar em Ibiza na altura, e falou com ela para estar um bocado connosco. Ela e o irmão foram buscar-nos de carro ao aeroporto e fomos a casa deles beber algo fresquinho. Depois essa amiga dela mostrou-nos onde era o nosso hotel e fomos fazer o nosso check in e trocar de roupa. Quando a reencontramos ela disse que iria mostrar-nos o castelo, que era basicamente a única atração local, fora as praias e as discotecas, contudo a senhora espanhola responsável pela nossa viagem estava a ligar-nos incessantemente para nos falar do evento que a marca estava a fazer nesse dia, do lado oposto da ilha e a minha irmã decidiu que, visto que a nossa estadia tinha sido paga pela organização, deveríamos comparecer no evento. Assim sendo, a Bruna (a amiga da minha irmã) mostrou-nos onde poderíamos comprar bilhetes para andar de autocarro, mas como percebemos que o nosso destino era muito longe, decidimos ir de táxi. Não vimos o castelo.

Chegamos ao evento por volta das 18 da tarde e aquilo não era de todo a minha "praia". Como alguém que não gosta nem um bocadinho de discotecas e de música techno, o evento para mim só foi positivo pelo facto de que, como convidadas, tínhamos bebidas à pala e alguns petiscos.

Ficamos lá sentadas a tirar fotografias e a conversar e a beber fanta. A certa altura a organizadora apresentou-nos ao casal espanhol que tinha também ganho a viagem e disse-nos que iríamos todos juntos embora de táxi... Eles estavam a gostar tanto da festa quanto nós, pois também se encostaram e estavam perto de nós, até deixarmos de os ver, mas nem nos preocupamos pois não iriam embora sem nós...iriam ?
Passado um pouco a organizadora veio ter comigo, deu-me uma nota de 50 euros para a mão, disse que era para o táxi e foi-se embora. Começamos a ficar preocupadas quando não vimos a equipa espanhola. Saímos da praia onde estava a decorrer o evento e vimos que nenhum táxi estava a passar por ali, nem mesmo nenhum carro. Pedimos a alguém que soubesse o número da central para chamar um táxi. Esperamos meia hora, uma hora, uma hora e meia. Nada. Eu estava com medo, mas não disse nada. Era apenas uma miúda de 20 anos no Cala Bassa Beach Club, em San Antonio, longe de Ibiza e ainda mais longe de casa. A minha irmã, que até ali tinha sido sempre a minha rocha, cedeu. Começou a chorar desesperadamente enquanto se tornava em vão o nosso olhar dirigido para a estrada, à espera de um táxi que sabíamos que não iria chegar. E não chegou. Tentei transmitir-lhe calma. Liguei para casa a explicar a situação, que não pedimos ao taxista para nos vir buscar e que agora não havia muito a fazer. Que a organizadora nos deu dinheiro, mas não tratou de nos tirar dali. Contei-lhes tudo mesmo contra a vontade da Carla, pois se nos acontecesse algo de mal, queria que eles soubessem onde aconteceu e que soubessem quem procedeu mal connosco, livrando-se com 50euros das suas responsabilidades... Eles estavam longe, com o coração nas mãos e sem poderem fazer nada. Mas ao menos estavam informados.

Os senhores do som estavam a desmontar os seus equipamentos e a carregar os carros. Houve um que, ao ver-nos naquela aflição disse que após arrumar tudo nos levaria. E assim foi, levou-nos até à cidade mais próxima e garantiu que nos deixava num táxi que nos levasse ao hotel. Quando chegamos, fomos ao supermercado mesmo em frente ao hotel e compramos apenas madalenas para o jantar, tomamos um banho e ligamos aos nossos pais e finalmente pudémos descansar.

O segundo dia correu melhor, mas fica por contar num próximo post.

Ficam algumas fotografias:


Não vimos o castelo.

Cala Bassa Beach Club
"Ficamos lá sentadas a tirar fotografias e a conversar e a beber fanta."

A distância entre o local do evento e o hotel



quarta-feira, 16 de março de 2016

Hard Rock Cafe Budapest

Está a fazer um ano desde que fui a Budapeste e mais concretamente está a fazer um ano desde que comprei a prenda para o dia do pai no Hard Rock Cafe de Budapeste. Se não fosse essa prenda, talvez eu nem tivesse sequer decorado o dia, mas não deixa de ser especial estarmos eu e a minha irmã juntas e ambas nos lembrar-nos de levar algo para mostrar que o dia do pai, mesmo passado longe dele, não ficou esquecido.

Adoro visitar o Hard Rock Cafe, mesmo que até aos dias de hoje só tenha visitado quatro, por ser um café temático que abraça o conceito da música e mais concretamente por conter instrumentos ou roupas de celebridades do mundo da músicas que deixam assim uma marca sua espalhada por quaisquer das mais de 191 unidades dispostas em cerca de 59 países.

O de Budapeste chamou-se a atenção por ter um pedacinho de artistas como o Michael Jackson, a Alanis Morissete, a Madonna e o Lenny Kravitz...

Só como curiosidade, sabiam que o primeiro restaurante a ser fundado foi o de Londres? Em Piccadilly, em 1971 ! Foi um dos quatro que visitei :D

Falando em Hard Rock Cafe, diz-se que vão abrir um na baixa do Porto... vamos esperar para ver.

Algumas fotografias:



"...o dia do pai, mesmo passado longe dele, não ficou esquecido."
A prendinha do pai

terça-feira, 15 de março de 2016

1989 world tour em Londres, no Hyde Park

Sou uma Swiftie há séculos (ok, há 7 anos mais concretamente) e sempre quis ver a Miss Tay em Portugal ! Criei em 2010 uma página dedicada aos fãs portugueses, como forma de juntar um grupo de pessoas que melhor me compreendessem e que juntos conseguíssemos que organizadoras de eventos nos trouxessem a Taylor. (Podem seguir a página carregando aqui)

Todos os anos a mesma coisa, Portugal não estava na lista.
Nessa página consegui parcerias portuguesas e pude oferecer cds, dvds, keds, perfumes da Taylor... e fui conseguindo atrair mais e mais fãs à página.

Todos os anos dizíamos que se ela viesse seria no ano a seguir: AH, PRO ANO TENHO A CERTEZA, É DESTA ! - Nunca foi.

Foi em 2011 que pedi a uma fã para se juntar à administração da página. Fomos nos tornando melhores amigas desde então! Fomos organizando projetos de vídeos com fãs e tentamos promover Portugal com hashtags para chamar a atenção da Taylor.
Mantivemos a página atualizada quase ao segundo, todas as premiações fomos seguindo em direto e publicando na página, mesmo quando eram premiações que ocorriam às 4 da manhã em Portugal e no dia a seguir tínhamos aulas.
Por publicarmos todos os dias, decoramos o círculo de amigos da Taylor, o nome de cada amigo mais antigo, o nome de familiares, o nome de músicas que nunca foram oficialmente lançadas, o nome de amigos que foram surgindo, o nome de cada dançarino, backup singers, cada elemento da banda...
Também por publicarmos ao segundo conseguimos associar cada outfit dela a cada lugar onde ela já foi. Sabemos de cor algumas datas marcantes...Foi-se tornando uma melhor amiga que acompanhamos de longe.

MAS O DIA CHEGOU. Ela não veio cá, fomos nós lá!
Fomos uns dias antes do concerto e ficamos um dia a mais depois.
A euforia começou quando visitamos sítios que a Taylor tinha também visitado, mas que apenas tínhamos visto em fotografias. Pisamos o mesmo solo e sentimos imensas emoções. Um desses sítios foi o Fonte Memorial da Diana, Princesa de Gales. Um sítio que me transmitiu imensa calma, e me provou ser sagrado e mágico ao mesmo tempo. 
Outro dos sítios foi o mercado Portobello, que encontramos basicamente vazio por serem umas 19h. As cores eram cativantes e teria sido ainda mais interessante termos presenciado a azáfama típica de um mercado ao ar livre, mas fica para a próxima...

Barclaycard British Summer Time Hyde Park foi o palco para a 1989 World Tour e pela primeira vez nós estávamos lá. 

Chegámos às 9 da manhã para a entrada prioritária e conseguimos ficar ali numa das filas, curiosamente mesmo ao lado de algumas espanholas (vizinhas sempre !).



Um dos momentos mais marcantes nesta fila foi quando um senhor pediu ao segurança para falar connosco. Trazia uma máquina ao pescoço e falou-nos em português. Ficamos surpresas a pensar que talvez fosse alguma cobertura de rádio portuguesa, mas não era. Era o pai de uma swiftie portuguesa que ao ver a bandeira soube que tinha que falar connosco, pois a sua filha estava sozinha um pouco mais atrás de nós. Perguntou-nos se a Carolina poderia vir para a nossa beira, dissemos claramente que sim, porque nem contávamos encontrar mais ninguém de Portugal, mas estávamos enganadas. O segurança deixou e foi bem simpático depois a vir perguntar-lhe se estava tudo bem agora :) Mas continuando... o momento mais mágico foi quando vimos a rapariga a dirigir-se a nós entre lágrimas, por um lado por estar mais próxima agora de conseguir conquistar um melhor lugar, mas por outro lado, e surpreendentemente,  por nos conhecer da página que criamos! Fiquei eu também em lágrimas quando ela disse os nossos nomes, por saber que afinal o nosso trabalho diário na página era reconhecido pelas fãs portuguesas !

A bandeira atraiu mais uma portuguesa a vir ter connosco e a sensação de não sermos a únicas portuguesas "malucas" pela Taylor ao ponto de fazer esta viagem deixou-nos com um enorme sorriso na cara!

As horas passaram rápido na entrada prioritária, por entre cantorias dos fãs, fotografias e desenhares do número 13 nas mãos.

Conseguimos um lugar agradável, perto da 1989 tour catwalk (uma passadeira que é considerada o palco b do concerto, que em algumas músicas sobe e assim permite que os fãs mais afastados do palco principal consigam ver a Taylor mais de perto).

Antes da Taylor entrar (por volta das 20h), assistimos aos concertos da Rae Morris, do Vance Joy, do John Newman e da Ellie Goulding. Por entre as atuações fomos vendo nas laterais do palco algumas backup singers da Taylor, a publicist dela (a Tree Paine), o pai dela e alguns dançarinos e a ansiedade ia passando enquanto víamos algumas pessoas que adoramos quase tanto quanto adoramos a Taylor.

Foi quando a cortina a dizer 1989 caiu que as emoções começaram todas a vir ao de cima!
A organização foi impecável e estava sempre a servir água, o que fez com que tantas horas de pé e tantas emoções, não nos deixassem ir abaixo !

Começou a passar a setlist escolhida pela Taylor e sabíamos que após a música "Outside" da Ellie com o Calvin Harris, a Taylor entraria em palco!
Começaram as lágrimas a correr e o coração a bater mais rápido e em questão de segundos ouve-se o barulho das ruas de NY a antecipar a música "Welcome To New York", vemos cartazes no ar, esticamos a bandeira e o nosso 1989, vemos os bailarinos em palco e começa uma berraria enorme, a Taylor estava em palco. Eu, pequenina, não a vi! Perguntei à Inês se ela já estava em palco, peguei na máquina e comecei a focar e a focar e a focar e eis que a vi. E em segundos estava ela na catwalk, ali ao nosso lado. O cabelo super bem cuidado a brilhar com o sol a bater, o mermaid sequin bomber jacket, a ser usado pela primeira vez na tour, a cegar alguns fãs sempre que o sol lhe batia. E ela, super alta, super desajeitada a dançar, e real. É estranho explicar o sentimento, mas ver alguém ao fim de seguir a sua vida por 7 anos é como que ter a certeza que, sim, existe. Sim, é real e sim ESTOU AQUI.
Ao fim da primeira música ela voltou ao palco principal e parou a olhar para o público, parou uns segundos a olhar para a nossa bandeira e mais tarde, durante o discurso antes da música "Clean", um dos discursos que deixa todos a chorar, ela fez questão de dizer que viu muitas bandeiras e que agradece termos viajado para estarmos ali -  e foi aqui que mesmo os mais contidos deixaram de o ser. 

Ela chamou a desfilar na 1989 tour catwalk, durante a performance de "Style", as modelos Kendall Jenner, Gigi Hadid, Martha Hunt, Karlie Kloss e Cara Delevinge, e a tenista Serena Williams.

Houve momentos em que simplesmente fechei os olhos e pensei: Meu Deus, eu estou mesmo aqui! E foram lágrimas e risos, e foi perfeito e inesquecível e foi quando tinha que ser, porque ela vai fazer agora uma pausa na carreira, ao fim de 10 anos seguidos.

Resta dizer que o concerto estava super bem organizado, tanto na escolha dos adereços, das danças e por conseguir ser sempre interessante e não apenas quando dava as músicas que todos conhecem mais. Ela mistura efeitos visuais com grandes discursos, com danças, com diferentes géneros músicas, do rock ao pop e passando por momentos mais calmos com só uma guitarra ou só ela e um piano...No início foram oferecidas pulseiras aos fãs, que tinham luzes sincronizadas com o som. Os momentos em que ela vai trocar de roupa passam rápido com alguns filmes do Taylor Squad a falar dela, de como a conheceram e de como é estar com ela. Ela leva ao palco famosos que por acaso foram assistir ao seu concerto e ela sabe envolver os fãs. Inesquecível e a acabar com a mensagem que sintetiza o álbum: She lost him, but she found herself, and somehow that was everything.


Ficam algumas fotografias:

Fonte Memorial da Princesa Diana

"A euforia começou quando visitamos sítios que a Taylor tinha também visitado, mas que apenas tínhamos visto em fotografias."


Mercado Portobello


Antiquário Alice's

O nosso cartaz


Entrada prioritária

 "...conseguimos ficar ali numa das filas, curiosamente mesmo ao lado de algumas espanholas"
"A bandeira atraiu mais uma portuguesa a vir ter connosco"

Entrada

Eu, a Inês e a Carolina
"Conseguimos um lugar agradável, perto da 1989 tour catwalk (uma passadeira que é considerada o palco b do concerto, que em algumas músicas sobe e assim permite que os fãs mais afastados do palco principal consigam ver a Taylor mais de perto)."

 Os concertos antes da Taylor entrar

"...assistimos aos concertos da Rae Morris, do Vance Joy, do John Newman e da Ellie Goulding."

"Por entre as atuações fomos vendo nas laterais do palco algumas backup singers da Taylor, a publicist dela (a Tree Paine), o pai dela e alguns dançarinos"
Tree Paine
Kamilah Marshall e a Melanie Nyema, duas das vocalistas
Toshi, um dos bailarinos


A preparação do palco para a entrada

"Foi quando a cortina caiu que as emoções começaram todas a vir ao de cima!"
"A organização foi impecável e estava sempre a servir água, o que fez com que tantas horas de pé e tantas emoções, não nos deixassem ir abaixo !"

O concerto

Welcome to New York
"E em segundos estava ela na catwalk, ali ao nosso lado. O cabelo super bem cuidado a brilhar com o sol a bater, o mermaid sequin bomber jacket, a ser usado pela primeira vez na tour, a cegar alguns fãs sempre que o sol lhe batia. "

New Romantics
O nosso cartaz e a Taylor de fundo

Blank Space

I knew you were trouble


 I wish you would


How you get the girl


I know places

All you had to do was stay

U R in love
A primeira foto que ficou bem de nós as duas XD

Clean

Love Story

Bad blood

WANEGBT (rock version)

Style
Kendall Jenner e Gigi Hadid
Serena Williams
Martha Hunt e Karlie Kloss


This Love

Wildest Dreams/ Enchanted

Out of the woods

Shake it off

O final



Deixo só aqui o discurso antes de Clean, para quem quiser

There are people here from all over the world, so if you travelled to be here, thank you so much for coming. And, you know, looking out at you, thinking about the fact that we all come from different places, maybe we all have different accents, we have different hobbies, different backgrounds, whatever. But there’s one thing that we have in common that I know for sure. That thing is that when we feel a great amount of joy, or a great amount of pain, we turn to music. That’s why we’re all at Hyde Park tonight. From talking to you so much, and getting to know you, it’s never been more apparent to me how difficult it is to feel okay about yourself in 2015. Real talk. I mean, every single day we go online – and trust me, I love the internet, okay? Love it – but, every day we go online and we scroll through the highlight reel of other people’s awesome lives. But we don’t see the highlight reel of our awesome lives – all we see is the behind the scenes. We see every single moment, from when we wake up and we’re like “oh, God, not feeling my hair today. Not going to be a good day today for the hair”. We see our doubts, we see our fears, we see our concerns. You are the only one who is inside your brain feeling all of your anxieties and the voices who are telling you that you can’t be who you want to be, or that you’re not who you want to be, or that you want to be more like that other person over there. Let me tell you, people are mean to each other, but no voice is as mean as our own voices are to ourselves. Is it true or is it false? It’s true, right? Okay, so if there’s one thing that you come away from this night remembering, I want it to be this – every day when you look in the mirror, and your mind is telling you all the things you are not – if those things are that you’re not cool enough, you’re not pretty enough, you’re not popular enough, you’re not successful enough, you’re not special, you’re not wanted, you’re not unique – those are not the things you are not. Let me tell you the things you are not. Okay? You are not somebody else’s opinion. That’s what you’re not. You are not going nowhere just because you’re not where you want to be yet. You are not damaged goods just because you have made mistakes in your life. Those are the things you are not. Let me tell you the things that you are. Would you like to hear the things that you are? You are your own definition of beautiful, and worthwhile, and no one else’s definition. You are wiser, stronger, and smarter because you made mistakes in your life, not damaged. And lastly, London, England, you are someone who is probably standing here tonight going through your own battles, fighting your own ghosts, trying to cover your own scars, stressing about your own stresses. But, rather than wallowing in them, you got up, you put on an awesome outfit, and now we’re all standing here together having the best time of our lives at a concert on a Saturday night. I realise that it’s not about being perfect, it’s not about feeling perfect. I think that sometimes it’s just about getting on with things and realising that you’re happy today. That’s all that matters. I just want you to know that one thing I have learned in 25 years, and I’m still learning, is that if you get rained on, you walk through a bunch of storms, life is constantly coming at you – that doesn’t make you damaged. It makes you clean.